quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Baixe já a sua Linux Magazine Community Edition 72


Aí Galera irei começar a disponibilizar aqui no blog link para download da revista Linux Magazine as edições oferecidas para a comunidade Linux quando a mesma for liberada.

Já está no ar a Linux Magazine 72 Community Edition. Confira nesta edição os principais assuntos da Linux Magazine de novembro (Descomplicamos o VoIP) e leia um artigo completo sobre autenticação de usuários com PAM, e uma análise sobre TeamViewer, ferramenta para controle remoto gráfico.

Abaixo segue link da edição 72 oferecida para a community:


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Shell scripting

Shell script

Shell script é uma linguagem de script usada em vários sistemas operacionais derivados do UNIX. O shell script é batizado com este nome devido a ele ser um arquivo em texto plano, ou seja, legível para uma pessoa interpretar as sua linhas de comandos que segue a forma de um script, ou seja, intruções são executadas passo à passo além disso este arquivo é colocado como um tipo de arquivo executável, e o Shell é o interpretador de comandos dos sistemas Unix-Like. O shell é aquele que aparece logo após digitar-se a senha do usuário e entrar na famosa tela preta que espera ansiosamente por algum comando para ele poder executar. Essa é a sua função: esperar e executar. Cada comando digitado é lido, verificado, interpretado e enviado ao sistema operacional para ser de fato executado. Um exemplo de interpretador de comandos é o bash, usado na grande maioria das distribuições GNU/Linux. O shell é a ligação entre o usuário e o kernel. O kernel é quem acessa os equipamentos(hardware) da máquina, como disco rígido, placa de vídeo e modem.

A maior parte dos usuários classificam shell script como uma linguagem de fácil aprendizado. O primeiro passo é saber o que se deseja fazer, então, ver qual o código que executa este comando em shell e aí criar, basta escrever o código em algum editor de texto e salvar. Depois de salvo você deve coloca-lo como arquivo executável fazendo desta forma:

chmod +x "Nome do arquivo, sem aspas"

Depois de coloca-lo como executável, executamos o arquivo, dessa forma:

./"Nome do arquivo, sem aspas"

Para exibir um manual do bash ou mesmo do comando 'chmod', digite na linha de comando
man bash
ou
man chmod


É possível executar o arquivo mesmo sem modificar a permissão de execução, por exemplo, se for um arquivo escrito para ser executado pelo bash, usar:


sh ./"Nome do arquivo, sem aspas"

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Shell_script


Abaixo temos alguns links para o download de livros sobre shell scripting que serão bastante úteis para aqueles que querem aprender ou aprimorar o seu conhecimento sobre shell script:

- http://tips-linux.net/en/content/pro-bash-programming
- http://tips-linux.net/en/content/expert-shell-scripting
- http://tips-linux.net/en/content/beginning-linux-command-line
- http://tips-linux.net/en/content/bash-pocket-reference
- http://tips-linux.net/en/content/linux-command-line-and-shell-scripting-bible

Agradecimento ao tips-linux.net : Compartilhando conhecimento; Neste site você encontrará dicas, e-books, tutoriais, Linux Commands, Softwares, Drivers e muito mais spbre o mundo Linux.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Switch Dell 6024F - TRAPS e SNMP Query funcionar mutuamente

Perdi um bom tempo com o switch Dell 6024F, pois, o mesmo não aceitava as configurações de traps e snmp query para trabalharem mutuamente no switch, pesquisei muito na internet e não achei nada e por esse motivo posto aqui para quem estiver passando pela mesma situação. O problema foi que quando eu tentava configurar o switch, a partir da console WEB, para habilitar os serviços de TRAPS e SNMP o equipamento ficava bugado não funcionava de hipotese alguma essas funções mencionadas acima. O problema foi resolvido quando tentei configura-lo a partir da console CLI(Linha de Comando) do equipamento:
Habilite a SNMP Query através da CLI:

snmp-server community public ro 172.16.0.203 view default type router

Onde:
172.16.0.203 - é o computador que tem permissão para executar query na MIB do switch;

Depois é só habilitar pela console WEB o envio de TRAPS e agora o switch trabalhrá normalmente com ambos os serviços habilitados.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

IPFW - Balanceamento de tráfego com dois links WAN usando o IPFW - FreeBSD



#!/bin/sh

###########################################################################
# Delete todas as regras do IPFW, zera toda tabela de regras.
###########################################################################
/sbin/ipfw -f flush


###########################################################################
# Carregar duas instâncias do NATD, uma para cada interface WAN.
###########################################################################
/sbin/natd -u -dynamic -interface re0 -p 8668
/sbin/natd -u -dynamic -interface re1 -p 8669



###########################################################################
# Regra number 0001: De acordo com o pacote que estiver passando no momento pelo
# gateway, o IPFW primeiramente checará a tabela de sessão(que é criada
# dinamicamente se você adicionar o parâmetro keep-state na regra que queira
# torna-la dinâmica, veremos abaixo) dessa forma ele verifica se já não existe uma
# regra dinâmica que se aplique ao pacote passante, ou seja, aqui estamos utlizando
# o firewall no modo stateful.
###########################################################################
ipfw add 0001 check-state



###########################################################################
# Regra number 2000 e 2050: Definem as rotas para as intâncias do NATD
# criadas acima. Ou seja, aqui setamos para que ocorra NAT nos pacotes
# que passarem tanto pela interface re0 quanto pela interface re1.
###########################################################################
ipfw add 2000 divert 8668 ip from any to any in via re0
ipfw add 2050 divert 8669 ip from any to any in via re1



###########################################################################
# Regra number 2100: A palavra-chave desta regra é o cara que tem maior
# responsabilidade sobre todo o balanceamento de tráfego, este cara é o parâmetro
# prob, o seu valor varia de 0 a 1 e diz qual a probabilidade de executar tal regra.
# No caso da regra number 2100, informamos que 50%(0.5) do tráfego utilizando
# qualquer protocolo que seja IP(ip) de origem(from) 192.168.33.0/24 com destino(to)
# a qualquer lugar saindo (out) por alguma interface do gateway será pulada (skipto)
# para ser executada a partir da regra number 2200 em diante e além disso
# colocaremos esta regra na tabela de sessão com o parametro keep-state. Resumindo,
# estaremos colocando 50% do tráfego para ser roteado pelo NAT na interface re0 que
# corresponde a instância de porta 8668.
############################################################################
ipfw add 2100 prob 0.5 skipto 2200 ip from 192.168.33.0/24 to any out keep-state



###########################################################################
# Regra number 2150: Como 50% do tráfego será jogado para o NAT da interface re0, os
# outros 50% do tráfego será ignorado pela regra prob, e adivinha aonde o tráfego
# ignorado irá parar? Ele será executado pela regra number 2150, que diz que:
# Qualquer protocolo que seja IP(ip) de origem(from) 192.168.33.0/24 com destino(to)
# a qualquer lugar saindo (out) por alguma interface do gateway será pulada (skipto)
# para ser executada a partir da regra number 2300 em diante e além disso
# colocaremos esta regra na tabela de sessão com o parametro keep-state. Resumindo,
# estaremos colocando esse tráfego que não foi executado pela regra prob será
# roteado pelo NAT na interface re1 que corresponde a instância de porta
# 8669.
###########################################################################
ipfw add 2150 skipto 2300 ip from 192.168.33.0/24 to any out keep-state



############################################################################
# Regras utilizadas pelos skipto acima.
############################################################################
ipfw add 2200 divert 8668 ip from 192.168.33.0/24 to any in
ipfw add 2250 divert 8668 ip from 192.168.33.0/24 to any out
ipfw add 2300 divert 8669 ip from 192.168.33.0/24 to any out
ipfw add 2350 divert 8669 ip from 192.168.33.0/24 to any in

############################################################################
# Aqui eu encaminho(fwd) o tráfego que o gateway estar fazendo(192.168.1.222 e
# 192.168.4.222) para os gateways de rede 192.168.1.1 e 192.168.4.1.
############################################################################
ipfw add 2400 fwd 192.168.1.1 ip from 192.168.1.222 to any
ipfw add 2500 fwd 192.168.4.1 ip from 192.168.4.222 to any



############################################################################
# Aqui defina as regras allow e deny de seu firewall. Como este firewall é de
# teste estou permitindo todo tráfego de qualquer canto para qualquer canto
############################################################################
ipfw add 65000 allow ip from any to any

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

VNC - Configurando o VNC no Linux como módulo do X11 no display 0

Foi utilizado para este artigo o S.O Red Hat Enterprise Linux ES release 4 (Nahant) e o vnc-server-4.0-8.1.

Se você precisar configurar o VNC para ser carregado na inicialização como módulo do X11 no display 0, ou seja, enxergar e acessar a sessão do usuário local para dar um suporte remotamente ao mesmo, ou seja, da mesma forma que acontece no winVNC da plataforma Windows que enxergamos a tela do usuário e os aplicativos que os estão sendo executados pelo mesmo.

Primordialmente instale o vnc-server no Linux, após isso iremos iniciar a configuração.

Procedimento para a configuração:

1 - Editar /etc/X11/xorg.conf:
# vi /etc/X11/xorg.conf


2 - Adicionar na seção "Module" a linha abaixo:
Load  "vnc"


3- Criar senha do acesso ao VNC A senha será gerada em um arquivo no home do usuário current(/home/usuario_current/.vnc/passwd) que estar a executar o comando abaixo, este arquivo deve ser apontado no arquivo xorg.conf como será explicado no passo 4:
Comando para criação do arquivo da senha:
# vncpasswd

Password:
Verify:
4 -Adicionar na seção "Screen" do aquivo xorg.conf
Section "Screen"
...

Option "SecurityTypes" "VncAuth" #Inserir esta linha no arquivo
Option "UserPasswdVerifier" "VncAuth" #Inserir esta linha no arquivo
Option "PasswordFile" "/root/.vnc/passwd" #Inserir esta linha no arquivo

...
EndSection

OBS.: Encontre no arquivo a sessão "Module", se não existir você deve inserir no final do arquivo fora de qualquer outra sessão, insira as seguintes informações:
Section "Module"
        Load  "dbe"
        Load  "extmod"
        Load  "fbdevhw"
        Load  "glx"
        Load  "record"
        Load  "freetype"
        Load  "type1"
        Load  "vnc"
        Load  "dri"
EndSection

Caso não deseje utilizar autenticação, adicionamos a linha abaixo dentro do arquivo xorg.conf ao invés de utilizar as linhas citadas acima:
Section "Screen"
...
Option "SecurityTypes" "None" #Inserir esta linha no arquivo
...
EndSection

5 - Restart o ambiente x11:
Para fazer isto sem a necessidade de restartar todo o servidor, podemos reiniciar somente o serviço x11, conforme abaixo:

Saia do modo gráfico colocando-o em modo CLI(Comand Line Interface, sem ambiente gráfico):
# init 3

Agora volte para o modo gráfico(KDE, Gnome etc):
# init 5

Pronto agora é só esperar o modo gráfico carrega assim como o serviço do VNC e depois testar a conexão com o server VNC.

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